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Pensamento: Muitas pessoas oram por coisas que só podem ocorrer com o trabalho, e trabalham por coisas que só podem ocorrer pela oração. (W. E. Sangster)
Mensagem:
Louve ao Deus do Impossível
Através da oração e da meditação das Sagradas Escrituras você encontrará a presença de Deus. Antes de deitar-se para dormir após um exaustivo dia de trabalho, agradeça ao Senhor por seus livramentos e por seu amor. Ore pedindo a Jesus mais força para enfrentar os desafios do dia seguinte.
É no silêncio da noite que damos asas à nossa imaginação, que traçamos nossos planos e meditamos nas riquezas da glória de nosso Deus.
Os que buscam o Senhor de madrugada o acharão. O salmista disse. "Ó Deus, tu és o meu Deus; de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti..." (Salmo 63:1). Não há melhor momento para mantermos um contato mais profundo com Deus do que a madrugada.
Louve ao Senhor. Agradeça-lhe não somente pelos momentos de paz e tranqüilidade. Agradeça-lhe também pelos momentos de dificuldades. Elas nos preparam para galgarmos patamares mais sublimes do Reino do Senhor. Mantenha firme a confiança de que o Deus do impossível virá sempre socorrê-lo.
FONTE:
Pr. Silas Malafaia /
Palavra de Vitória.
Editora Central Gospel
Pensamento: O exemplo não é a principal coisa que influencia os outros; é a única coisa. (Albert Schweitzer)
Mensagem:
Ilumine o Mundo em Trevas
Um dos maiores pregadores ingleses do século 19, Charles Spurgeon, declarou: "As lâmpadas não falam, mas brilham. O farol não toca nenhum tambor, nenhum sino; mesmo assim, em águas bem distantes, seu brilho amigo é visto pelos marinheiros". Peça ao Senhor que lhe dê oportunidades de fazer resplandecer diante do mundo o brilho de sua comunhão com Ele.
Jamais deixe a sua lâmpada se apagar. Obtenha o azeite do Espírito Santo, tenha uma vida de constante oração e vigilância. Nosso espírito está sempre pronto a obedecer aos mandamentos do Senhor e a adorá-lo com pureza e retidão. Porém, nossos inimigos espirituais, o diabo, o mundo e a nossa carne, estão sempre em luta declarada contra Deus.
Não se conforme com este mundo de tantos pecados e inversão de valores. Mostre que você é um exemplo de cristão autêntico, e que realmente faz a diferença entre os homens. O segredo para manter sempre sua lâmpada acesa, iluminando o mundo submerso nas trevas, é permanecer vigilante e em constante oração.
FONTE:
Pr. Silas Malafaia /
Palavra de Vitória.
Editora Central Gospel
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| Outdoor do SVP com ovelha negra sendo expulsa de território com a bandeira da Suíça |
lindo!!!!!!!!!
TREMENDO!!! sem palavras...
"Um bom repórter tem de ver, entender o que viu e contar. A receita é simples, o difícil é fazer direito. Os repórteres andam viciados em fórmulas prontas e, muitas
vezes, não sabem hierarquizar informações. Vão cobrir, digamos, um desastre de avião e voltam com um infográfico explicando porque os aviões caem. As histórias
humanas dos envolvidos no desastre ficam para o segundo plano. É fundamental que o repórter saiba escrever. Escrever é organizar idéias. Quem não escreve direito
também não pensa direito. Importante: uma coisa é a história que se quer contar, outra coisa é a idéia que tal história pretende passar. Bons repórteres sabem disso". Edson Aran, ed. abril
O Curso Abril de Jornalismo, prestigiado programa de treinamento editorial para recém-formados, será realizado de 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2008, em São Paulo.
O curso é gratuito e tem a missão de atrair jovens talentos editoriais para trabalhar na Editora Abril. Realizado há 24 anos, formou cerca de 1.500 profissionais em toda sua história.
Este será o primeiro ano em que cineastas também poderão se inscrever. Podem participar do Curso Abril 2008: jornalistas (formados ou que se formam em 2007), designers (formados entre 2006 e 2007), fotógrafos (recém-formados ou não), além de recém-formados em Rádio e TV, Multimeios e Cinema (entre 2006 e 2007).

Aprendendo a confiar em Deus
Isaias 30:1-5
Há situações que fogem do nosso controle e entendimento. Quando andamos com Deus nada acontece por acaso e, a seu tempo, tudo é revelado. Por exemplo, uma noite em que estava em comunhão com o Senhor, lhe perguntei o porquê deste período no banco de reserva, devido ao sofrimento com a dor causada pelas pedras nos rins. E Deus me disse: "Você precisa confiar mais". Às vezes, a nossa confiança não tem sido como Deus espera. Nos dias de hoje, as atividades em nossa vida são tão intensas que deixamos de confiar em Deus ou não confiamos como deveríamos.
Isaías era um profeta aquele que anuncia uma palavra de Deus. Isaías 30 traz uma profecia que começa com uma palavra significativa: "Ai". É um ai de Deus. Conselho: nunca queira ouvir um "Ai" de Deus. A palavra "ai" vem do hebraico e significa dor e sofrimento profundo. O profeta disse que Deus falava "Ai" para os filhos que estavam rebeldes. Que pecados cometeram ao ponto de receber este rótulo de Deus? Rebeldia significa retrocesso, teimosia e desvio. Provavelmente o povo cometeu um erro clássico, que nós devemos cometer todos os dias.
A história fala que, por volta de
Não haveria nenhum erro, se esta fosse a vontade de Deus. Eles não buscaram saber e decidiram por si mesmos fazer esta aliança. E é óbvio que o plano falhou. "Pois, quanto ao Egito, vão e inútil é o seu auxílio; por isso, lhe chamei Gabarola que nada faz" - Isaías 30:7. Gabarola, no hebraico, significa aquele que nada faz (Raabe = dragão ou serpente que Deus destruiu na guerra no período da criação).
Alguns líderes foram separados para ir até o faraó para fazer a aliança. Mas para poder chegar até o Egito tinham de atravessar um território perigoso. Estes líderes levavam presentes, que na verdade seriam dados
Será que isso ainda acontece conosco? Sim! Porque todas as vezes que não cremos em Deus e agimos sem consultá-lo, isso acontece! Em poucas passagens da Bíblia, vemos Deus tão irado e entristecido com o povo. Muitas vezes nos sentimos ansiosos e, assim, tentamos resolver por nossa conta. Quando algo tira a paz do coração do cristão é porque ele está duvidando que Deus tenha o melhor. Sabemos que Ele quer nos abençoar e faz isso na hora que Ele quer. Nós cremos que Deus é verdadeiro e se não pudéssemos crer, não estaríamos na igreja. Na prática, não sabemos o que é confiar
Antes de agir, consulte a Deus porque só Ele conhece seu futuro. Se Ele não resolver, quem resolve? Uma oração pode resolver aquilo que é necessário. A graça e a presença de Deus nos transformam quando buscamos a sua vontade e a importância de estar naquilo que Ele quer. Primeiro Deus, depois os homens. Se não buscarmos a aprovação de Deus e fizermos aquilo que achamos estar certo, depois disso virá o "ai" de Deus.
Apesar de tudo parecer colaborar, pode não ser a vontade de Deus deixamos a vontade carnal prevalecer. O fruto do Espírito que é derramado nas nossas vidas quando gastamos tempo com Deus, na hora da confusão, desaparece. Isaías 30:12-14 diz que se rejeitamos a palavra, abrimos uma brecha que nem dos cacos sobra algo que possa dar frutos. Não se faz nada com um vaso em cacos, ou, graças a Deus, ainda temos uma opção: "Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes" - Isaías 30:15. Você já se converteu?
Então agora sossegue, porque aí estará a tua força e salvação. Nada será impossível ao que crer e aprender a confiar.
| Compreendendo o jejum O poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras | ||||
| O jejum é a abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito específico. Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico. Muitos cristãos hoje desconhecem o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ou receberam um ensino distorcido ou não receberam ensinamento algum sobre este assunto. Creio que a Igreja atual vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases sobre ele. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão. Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. Mas a prática do jejum, além de ser recomendação bíblica, traz consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos. A Bíblia ordena o jejum? Não. No Velho Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv. 23.27), que também ficou conhecido como "o dia do jejum" (Jr. 36.6) e ao qual Paulo se referiu como "o jejum" (At. 27.9). Mas em todo o Velho e Novo Testamento não há uma única ordem acerca de jejuarmos. Contudo, apesar de não haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de menções ao jejum. Fala não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de fazê-lo. Muitos ensinadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem específica para o jejum, então não devemos jejuar. Mas quando consideramos o ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que jejuássemos: "Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará." (Mt. 6.16-18.) Embora Jesus não esteja mandando jejuar, suas palavras revelam que ele esperava de nós esta prática. Ele nos instruiu até na motivação correta que se deve ter ao jejuar. E quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos mostrou que tal prática produz resultados! Algumas pessoas dizem que se as epístolas não dizem nada sobre jejuar é porque não é importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum. Isto é errado! Jesus não veio ensinar os judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele veio instituir a Nova Aliança, e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos do reino de Deus. Quando estava para ser assunto ao céu, deu ordem aos seus apóstolos que ensinassem as pessoas a guardar TUDO o que Ele tinha ordenado (Mt. 28.20), inclusive o modo correto de jejuar! O próprio Jesus praticou o jejum, e lemos em Atos que os líderes da Igreja também o faziam. Registros históricos dos pais da Igreja também revelam que o jejum continuou sendo observado como prática dos crentes muito tempo depois dos apóstolos. O jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de forma equilibrada, dentro do ensino bíblico. Embora o próprio Senhor Jesus tenha jejuado por quarenta dias e quarenta noites no deserto, e muitas vezes ficava sem comer (quer por falta de tempo ministrando ao povo Mc. 6.31; quer por passar as noites só orando sem comer Mc. 6.46), devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não observavam o jejum dos judeus de seus dias (exceto o do dia da Expiação). Era costume dos fariseus jejuar dois dias por semana (Lc. 18.12), mas Jesus e seus discípulos não o faziam. Aliás, chegaram a questionar Jesus acerca disto: "Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão." (Lc. 5.33-35). O Mestre mostrou não ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse "tirado" do convívio direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar. Jesus não se referiu ao jejum somente para os dias entre sua morte e ressurreição/reaparição aos discípulos (ao mencionar os dias que eles estariam sem o Noivo), e sim aos dias a partir de sua morte. Contudo, Jesus deixou bem claro que a prática do jejum nos moldes do que havia em seus dias não era o que Deus esperava. A motivação estava errada, as pessoas jejuavam para provar sua religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a fazê-lo em secreto, sem alarde. Sabe, o jejum pode ser uma prática vazia se não for feito de maneira correta. Isto aconteceu nos dias do Velho Testamento, quando o povo começou a indagar: "Por que jejuamos nós, e não atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta?" (Is. 58.3a.) E a resposta de Deus foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada: "Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto." (Is. 58:3b,4.) Por outro lado, o versículo está inferindo que se observado de forma correta, Deus atentaria para isto e a voz deles seria ouvida. O propósito do jejum Gosto de uma afirmação de Kenneth Hagin acerca do jejum: "O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus". O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne. O jejum deixará nosso espírito atento, pois mortifica a carne e aflige nossa alma. Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum: "Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos." (Mc. 2.22.) O odre era um recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada, mas, com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo, era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo. Com essa ilustração Jesus estava ensinado-nos que o vinho novo que Ele traria (o Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de "renovar" nosso corpo. A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne. Creio que o propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais suscetíveis ao Espírito Santo. Há outros benefícios que decorrerão disto, mas esta é a essência do jejum. Alguns acham que o jejum é uma "varinha de condão" que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. Quando jejuamos, não devemos crer NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem. Por exemplo, a fé é do espírito e não da carne; portanto, ao jejuar estamos removendo o entulho da carne e liberando nossa fé para se expressar. Quando Jesus disse aos discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt. 17.21), ele não limitou o problema somente a isto, mas falou sobre a falta de fé (Mt. 17.19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertação. O jejum ajuda a liberar a fé! O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome. O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada. Mas apesar do propósito central do jejum ser a mortificação da carne, vemos vários exemplos bíblicos de outros motivos para tal prática: a) No Velho Testamento encontramos diferentes propósitos para o jejum: Consagração O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm. 6.3,4). Arrependimento de pecados Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (1Sm. 7.6, Ne. 9.11). Luto Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (2Sm. 1.12 e 3.35). Aflições Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (2Sm. 12.16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (2Cr. 20.3). Buscando proteção Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e bênção de Deus sobre sua viagem (Ed. 8.21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et. 4.16). Em situações de enfermidade Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl. 35.13). Intercessão Daniel orando por Jerusalém e seu povo (Dn. 9.3, 10.2,3) b) Nos Evangelhos Preparação para a batalha espiritual Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt. 17.21). Estar com o Senhor Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc. 2.37). Preparar-se para o ministério Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc. 4.1,2). c) Em Atos dos Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como: Ministrar ao Senhor Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2). Enviar ministérios Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At. 13.3). Estabelecer presbíteros Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At. 14.23). d) Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo ter jejuado (2Co. 6.3-5; 11.23-27). Diferentes formas de jejum Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são: a) Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel: "Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas." (Dn. 10.2,3.) O profeta Daniel diz exatamente o que ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente se restringiu a uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo. O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se a ela por três semanas. Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn. 9.3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda no regresso daquele anjo (v.20). Aqui aprendemos também sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual. b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos, mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que no relato do Evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido sede (e ele estava num deserto!): "Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome." (Mt. 4.2.) Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia). c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento: Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela: "Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci." (Et. 4.16). Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera: "Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu." (At. 9.9.) Não há qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de Moisés e Elias numa condição diferente que explicaremos adiante). A medicina adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo. Devemos cuidar do corpo ao jejuar e não agredi-lo; lembre-se de que estará lutando contra sua carne (natureza e impulsos) e não contra o seu corpo. A duração do jejum Quanto tempo deve durar um jejum? A Bíblia não determina regras deste gênero, portanto cada um é livre para escolher quando, como e quanto jejua. Vemos vários exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras: 1 dia O jejum do Dia da Expiação. 3 dias O jejum de Ester (Et. 4.16) e o de Paulo (At. 9.9). 7 dias Jejum por luto pela morte de Saul (1Sm. 31.13). 14 dias Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At. 27.33). 21 dias O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn. 10.3). 40 dias O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc. 4.1,2). Obs.: A Bíblia fala de Moisés (Ex. 34.28) e Elias (2Re. 19.8) jejuando períodos de quarenta dias. Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural de Deus. Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível. Mas ele foi envolvido pela glória divina. O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com um belo "depósito", uma comida celestial. Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração. Muitas pessoas erram ao fazer votos ligados à duração do jejum... Não aconselho ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará "preso" no caso de algo fugir ao seu controle. Siga o conselho bíblico: "Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras." (Ec. 5.4,5.) É importante que haja uma intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas não transforme isto em voto. Já intentei jejuns prolongados e no meio do caminho fui forçado a interromper. Mas também já comecei jejuns sem a intenção de prolongá-lo e, no entanto, isto acabou acontecendo mesmo sem ter feito os planos para isto. O jejum prolonga Há algo especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus (as Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto Lc. 4.1). Conheço irmãos que tem jejuado por trinta e até quarenta dias, embora eu, pessoalmente, não tenha feito um jejum tão longo. Cada um deles confirma ter recebido de Deus uma direção para tal. Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada, e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias). Procure orientação e acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir a um jejum deste gênero. Há muita instrução na forma de literatura que também pode ser adquirida. Podemos falar que estamos jejuando? Algumas pessoas são extremistas quanto à discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si. Em Mateus 6.16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade. Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez... Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou! Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos. Eu, particularmente, comecei a jejuar estimulado pelo relato das experiências de outros irmãos. Depois é que comecei (aos poucos) a entender o ensino bíblico sobre o jejum. E louvo a Deus pelas pessoas que me estimularam! Sabe, precisamos tomar cuidado com determinadas pessoas que não tem o que acrescentar à nossa edificação e somente atacam e criticam. Lembro-me do primeiro jejum que fiz na minha adolescência: cortei só o almoço, mas tomei um refrigerante para não "sofrer" muito; fiz isto para orar por um amigo que queria ver batizado no Espírito Santo. Aquele rapaz já havia recebido tanta oração, mas nada havia acontecido ainda. Portanto, jejuei e orei em seu favor. Hoje sei que não foi grande coisa, porém, na época, foi o meu melhor. Pois bem, alguém ficou sabendo e me ridicularizou, disse que jejum de verdade era ficar o dia todo sem comer nada e bebendo no máximo um pouco de água; esta pessoa disse que eu estava perdendo meu tempo e que só fizera um "regimezinho", pois o verdadeiro jejum não admitia nem bala açucarada na boca, quanto mais um refrigerante!... mas naquele dia meu amigo foi cheio do Espírito Santo e preferi acreditar que o jejum funcionava. Depois ouvi outros irmãos comentarem sobre jejuar mais de um dia e "fui atrás", e assim, aos poucos, fui aprendendo (a jejuar e sobre o jejum) aquilo que não aprendi na igreja ou na literatura cristã. Penso que de forma sábia e cuidadosa podemos estimular outros à prática do jejum, basta partilharmos nossas experiências e incentivá-los. Concluindo Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de fazê-lo. Já passei anos sem receber nenhum impulso especial para jejuns de mais de três dias e, mesmos estes, foram poucos. E houve épocas em que, seguidamente sentia a necessidade de fazê-lo. Porém, penso que o jejum normal de um dia de duração é algo que os cristãos deveriam praticar mais, mesmo sem sentir nenhuma "urgência" espiritual para isto. Quando meu filho Israel estava para nascer, o Senhor trouxe um profundo peso de oração e intercessão ao meu coração. Sabia que devia jejuar; era uma "urgência" dentro de mim. Não ouvi uma voz sobrenatural, não tive nenhuma visão ou sonho a respeito, simplesmente sabia que tinha de jejuar até romper algo, e o fiz por seis dias. Ao final soube que havia alcançado uma vitória. Na ocasião do parto, minha esposa teve uma complicação e quase perdemos nosso primeiro filho; contudo, a batalha já havia sido ganha e o poder de Deus prevaleceu. Devemos ser sensíveis e seguir os impulsos do Espírito de Deus nesta área. Isto vale não só para começar a jejuar, mas até para quebrar o jejum. Já fiz jejuns que queria prolongar mais e senti que não deveria fazê-lo, pois a motivação já não era mais a mesma... Encerro desafiando-o a praticar mais o jejum, e certamente você descobrirá que o poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras. A experiência fortalecerá aquilo que temos dito. Que o Senhor seja contigo e te guie nesta prática!
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| NÃO MATE O PROFÉTICO Marcos 6:14-19 Estar envolvido nas coisas de Deus é o maior privilégio que o cristão pode ter. Por outro lado, ser a ponta da lança no avanço do Reino de Deus não é tão simples quanto parece.
Estamos na linha de frente do avanço que o Espírito Santo tem promovido. A Igreja avança e o inferno retrocede. Estamos sendo empurrados pelo Espírito Santo contra as linhas inimigas e não dá para voltar atrás, pois Jesus lhe disse: "Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o Reino de Deus" (Lucas 9:62). Sua única opção é lutar e avançar, porque sua vida, sua conduta e sua pregação anunciam a divindade de Jesus nesse mundo. A passagem de Marcos 6:14-19 pode ser considerada uma das mais marcantes do Novo Testamento, pois ela nos traz grandes ensinamentos. Foi nessa época que o nome de Jesus começou a ficar famoso, pois todos ouviam falar dele. Quando Herodes ouviu falar de Jesus e de todos os milagres que Ele estava operando por onde passava, afirmava que João Batista havia ressuscitado dentre os mortos, alguns diziam ser Elias e ainda outros que Jesus era profeta. Nos dias de hoje, muitos não aceitam Jesus como o Messias. Hoje todas as pessoas têm livre acesso para ouvir quem é Jesus e o que Ele fez por nós. Você ouviu falar de Jesus e terá de se posicionar. Quem é Ele para você? Herodes precisou se posicionar, pois ouviu sobre Jesus, e foi duramente exortado por João Batista sobre a relação que mantinha com Herodias sua sobrinha neta e mulher de seu irmão Filipe. Herodes tinha João Batista como homem justo e santo e guardava-o com segurança, atendendo-o e de boa mente o ouvia. Ele tinha temor a Deus, mas não considerava as palavras de João, pois tinha um coração duro. Embora o temesse, Herodes mandou prender João Batista. Com isso, Herodias procurava matar João. Herodes era o governador da cidade onde Jesus vivia. Ele começou a fazer escolhas achando que estava acima do bem e do mal. Na festa de seu aniversário, a filha de Herodias se apresenta a ele com danças sensuais. Herodes e todos os seus convidados se agradam. E ele declara a ela: "Pede-me o que quiseres, e eu to darei". Ela após ter consultado a mãe (Herodias), voltou e pediu a cabeça de João Batista numa bandeja. A Bíblia nos relata que Herodes se entristeceu muito com o pedido, mas como havia jurado, não podia negar. Dessa forma morre João Batista, profeta do Senhor, aquele que veio preparar o caminho para o Senhor, aquele que batizou a Jesus. Deus vai usar pessoas para nos exortar e muitas vezes essas pessoas falam coisas que nos ferem e falam também de situações ou atitudes em que estamos envolvidos que não agradam a Deus, mas que não conseguimos enxergar. Um homem de Deus precisa ter humildade na hora da exortação. João Batista tinha convicção profética. O profeta prega a palavra de Deus e, como profetas, é isso o que devemos fazer. Somos os "João Batista" dessa geração. O profeta revela aquilo que todo mundo já sabe, pois ninguém erra sem saber que está errando. Precisamos pregar para nossos filhos ouvirem, pois estamos preparando o caminho para uma geração profética. A indiferença mata aquilo que é profético. O ministério profético sempre foi confrontado pelo inimigo e pelas trevas. Elias foi um homem usado por Deus e era confrontado a todo o tempo por Jezabel (espírito de manipulação, de controle, de sedução), mas não se deixou abater por isso. Ele tinha convicção do que pregava, pois sabia que Deus estava com ele. Herodias fazia de Herodes sua marionete; ela aqui é comparada a Jezabel. Não é negócio lutar contra Deus, medir forças com Ele, pois a falta de temor a Deus é o pior caminho para o ser humano. Tratar a Deus como se Ele não existisse, ignorar tudo o que Ele fez e ainda faz por você, agindo com naturalidade diante do pecado, só irá fazer você se afastar dele. Não faça aliança com Jezabel, não dê ocasião para o diabo entrar na sua vida. Existe uma profecia sobre cada um de nós, devemos estar atentos à voz do profeta, obedecendo a Deus a todo tempo. Existe um projeto de Deus para a sua vida. Por isso, NÃO MATE O PROFÉTICO. Deus abençoe Ap. Rina Igreja Evangélica Rua Turiassu, 734 Perdizes / São Paulo SP Cultos: Domingo 10h, 16h30 (tradução em Libras) e 19h30/ Quinta-feira 20h30 e Sábado 20h Para saber os horários de cultos na sua cidade acesse o site: http://www.boladeneve.com |
LILIAN FERREIRA
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