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    Sábado, 15 de Setembro de 2007

     

    03:20:00



     
    Para você, que busca na notícia algo mais que só informação. A revista Enfoque Gospel mergulha no fato e neste mês dá destaque à campanha contra a fé em Deus que começa a ser lançada pelo cientista ateu Richard Dawkins. Discute ainda sobre evangelização através do rock, fala dos judeus que crêem em Jesus e aborda sobre o projeto que prevê a tradução da Bíblia em todas as línguas do planeta, dentre muitos outros assuntos de seu interesse.
    A RELIGIÃO NA MIRA DOS ATEUS
    Em todo o mundo existem aproximadamente 750 milhões de pessoas que não acreditam em Deus e, no que depender do polêmico cientista ateu Richard Dawkins, esta marca deve aumentar ainda mais com a campanha que está lançando. 
    JUDEUS QUE CRÊEM EM JESUS
    Evangelismo, transformação e pensamentos de judeus que aceitaram a Jesus como Salvador.
    BÍBLIA EM TODAS AS LÍNGUAS
    Esforço de tradutores e organizações é redobrado para levar a Bíblia para todos os povos. Veja como isto está sendo feito.
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    Parentes de vítimas do acidente da TAM continuam sofrendo, mas contam com apoio de capelania evangélica.
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    Depois de três meses após sofrer agressão, a empregada doméstica Sirley Dias, também evangélica, fala sobre sua vida atualmente e a razão de ter perdoado os cinco rapazes.
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    02:30:00


    Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

    Meditação: A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura; e a minha boca te louvará com alegres lábios, quando me lembrar de ti na minha cama e meditar em ti nas vigílias da noite. (Salmo 63:5,6)

     

    Pensamento: Muitas pessoas oram por coisas que só podem ocorrer com o trabalho, e trabalham por coisas que só podem ocorrer pela oração. (W. E. Sangster)

     

    Mensagem:

    Louve ao Deus do Impossível

     

                Através da oração e da meditação das Sagradas Escrituras você encontrará a presença de Deus. Antes de deitar-se para dormir após um exaustivo dia de trabalho, agradeça ao Senhor por seus livramentos e por seu amor. Ore pedindo a Jesus mais força para enfrentar os desafios do dia seguinte.

                É no silêncio da noite que damos asas à nossa imaginação, que traçamos nossos planos e meditamos nas riquezas da glória de nosso Deus.

                Os que buscam o Senhor de madrugada o acharão. O salmista disse. "Ó Deus, tu és o meu Deus; de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti..." (Salmo 63:1). Não há melhor momento para mantermos um contato mais profundo com Deus do que a madrugada.

                Louve ao Senhor. Agradeça-lhe não somente pelos momentos de paz e tranqüilidade. Agradeça-lhe também pelos momentos de dificuldades. Elas nos preparam para galgarmos patamares mais sublimes do Reino do Senhor. Mantenha firme a confiança de que o Deus do impossível virá sempre socorrê-lo.

     

    FONTE:

    Pr. Silas Malafaia /

    Palavra de Vitória.

    Editora Central Gospel


    01:14:00



    Meditação: Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor, andai como filhos da luz. (Efésios 5:8)

     

    Pensamento: O exemplo não é a principal coisa que influencia os outros; é a única coisa. (Albert Schweitzer)

     

    Mensagem:

    Ilumine o Mundo em Trevas

     

                Um dos maiores pregadores ingleses do século 19, Charles Spurgeon, declarou: "As lâmpadas não falam, mas brilham. O farol não toca nenhum tambor, nenhum sino; mesmo assim, em águas bem distantes, seu brilho amigo é visto pelos marinheiros". Peça ao Senhor que lhe dê oportunidades de fazer resplandecer diante do mundo o brilho de sua comunhão com Ele.

                Jamais deixe a sua lâmpada se apagar. Obtenha o azeite do Espírito Santo, tenha uma vida de constante oração e vigilância. Nosso espírito está sempre pronto a obedecer aos mandamentos do Senhor e a adorá-lo com pureza e retidão. Porém, nossos inimigos espirituais, o diabo, o mundo e a nossa carne, estão sempre em luta declarada contra Deus.

                Não se conforme com este mundo de tantos pecados e inversão de valores. Mostre que você é um exemplo de cristão autêntico, e que realmente faz a diferença entre os homens. O segredo para manter sempre sua lâmpada acesa, iluminando o mundo submerso nas trevas, é permanecer vigilante e em constante oração.

     

    FONTE:

    Pr. Silas Malafaia /

    Palavra de Vitória.

    Editora Central Gospel


    01:04:00


    Terça-feira, 11 de Setembro de 2007


    11/09/2007
    Xenofobia aumenta na Suíça
    A direita escandaliza a ONU com sua campanha contra o "estrangeiro criminoso"

    Rodrigo Carrizo Couto
    Em Genebra


    Alguns humoristas locais já falam na crise das ovelhas, referindo-se à propaganda eleitoral que é vista em todas as ruas da Suíça nos últimos dias. No cartaz citado, podem-se ver três desses animais situados sobre uma bandeira suíça, dando uma patada com os membros traseiros em uma ovelha negra, que expulsam do quadro. Esse pôster aparentemente inocente causou uma tempestade no habitualmente tranqüilo país alpino.

    O desenho em questão não é mais que o último capítulo de uma longa série de provocações feitas pelo SVP-UDC (Partido Popular da Suíça), a formação nacionalista do caudilho de direita Christoph Blocher. O que marca a diferença de outras campanhas do mesmo tipo que possam existir na Europa é que o homem que dirige esse partido não é um radical nem um messiânico exaltado, mas sim um poderoso e brilhante industrial de Zurique que ocupa o cargo de conselheiro federal (equivalente a ministro) da Justiça e da Polícia.

    A ovelha negra não seria outra coisa senão a óbvia metáfora escolhida pelo SVP-UDC para simbolizar os "criminosos estrangeiros" que, segundo eles, "abusam do sistema, fazem badernas e traficam drogas" na Suíça. Estrangeiros indesejáveis que o partido de Blocher, capitaneado por seu presidente, Ueli Maurer, deseja ver deportados o quanto antes.

    Fabrice Coffrini/AFP  
    Outdoor do SVP com ovelha negra sendo expulsa de território com a bandeira da Suíça

    A mensagem calou fundo entre seus conterrâneos, já que o SVP-UDC é o que possui maior número de assentos no Parlamento, com quase 30% dos votos. Veremos o que acontece nas eleições parlamentares de 21 de outubro próximo.

    A campanha, que incluiu a remessa de suas propostas de porta em porta, chamou a atenção inclusive da Organização das Nações Unidas. O relator especial para Racismo da ONU, o senegalês Doudou Diène, viu-se obrigado a alertar as autoridades sobre o perigo de "desvios xenófobos" em um país que se orgulha de sediar organismos internacionais como o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos ou a Cruz Vermelha Internacional.

    "Guerra de ovelhas"
    A guerra das ovelhas é uma pedra a mais num edifício que inclui propostas como a proibição de construir minaretes nas mesquitas suíças, punir com a deportação toda a família de um criminoso estrangeiro menor de idade ou a abolição das leis que proíbem o discurso racista, já que atentariam contra a "livre expressão", segundo os membros dessa formação.

    Também cabe mencionar a já célebre campanha de 2004 que mostrava mãos negras, amarelas e morenas agarrando avidamente passaportes suíços, numa clara referência ao risco de invasão de um país que já conta com a maior porcentagem de estrangeiros na Europa. Basta lembrar que só na cidade de Genebra mais de 40% dos residentes não nasceram na Suíça, país que hoje abriga cerca de 120 mil espanhóis.

    Dos 22% de estrangeiros que vivem aqui, os que ocupam o papel de ovelhas negras aos olhos dos eleitores do SVP-UDC costumam ser os imigrantes procedentes da ex-Iugoslávia ou de países balcânicos, que chegaram à Suíça depois da guerra que assolou a região nos anos 90. Também são malvistos turcos e africanos - que são associados ao tráfico de drogas - e muçulmanos em geral, apesar de se poder dizer que este coletivo está muito mais integrado ao país que em outros ao redor. Igualmente, as hostes de Blocher denunciam que 70% dos detentos nos presídios suíços são estrangeiros ou requerentes de asilo, assim como costumam ser de origem estrangeira os criminosos sexuais, que deram muito o que falar à mídia suíça nos últimos anos.

    Outro escândalo recente é o que envolveu Giuliano Bignasca, líder da Lega Ticinese, no cantão de Ticino, de língua italiana, que criticou abertamente que na seleção de futebol houvesse três africanos, fato para ele inaceitável, já que "a Suíça não teve um passado colonial". O político radical chegou a sugerir ironicamente que o antes mencionado Doudou Diène fosse nomeado "treinador da equipe nacional", com a imaginável avalanche de críticas por parte da imprensa e da opinião pública.

    Segundo diversos observadores, "todo esse debate não reflete nenhuma exceção, o único excepcional é que na Suíça se fala abertamente de problemas que afetam quase todos os países da Europa".

    Prejuízo incalculável
    Um alto membro do governo comentou a este jornal, sob a condição de manter o anonimato, que "toda essa situação, e a atenção internacional que está tendo, estão causando um prejuízo incalculável para a imagem da Suíça".

    Diante do enorme peso do SVP-UDC no mapa político local, as cartas parecem estar dadas, mas o eleitorado enfrenta um grande dilema antes das votações de 21 de outubro próximo. Este poderia ser resumido assim: deixar que Blocher continue fazendo parte do Executivo e seja presidente da Confederação Helvética em 2009 (um cargo rotativo) ou tirá-lo do governo. A opção de Blocher presidente da Suíça não parece muito grata aos olhos da maioria dos cidadãos, mas a outra opção poderia ser ainda pior.

    Em um recente debate televisivo, o caudilho de Zurique advertiu claramente: "Serei ainda mais perigoso fora do governo, porque agora conheço por dentro os mecanismos do poder".

    Sistema excepcional
    O sistema político que rege a Suíça é único no mundo. Suas origens remontam a 1291, quando os três cantões originais rejeitaram a ingerência de "juízes estrangeiros" e assentaram as bases do que, séculos depois, seria a Confederação Helvética. Nascia assim a via suíça de democracia direta.

    Hoje a Suíça é dirigida pelo Conselho Federal (o Executivo), do qual fazem parte os popularmente conhecidos como sete sábios: os ministros que, de forma rotativa, ocupam a presidência do país por períodos de um ano. Dos sete membros do governo, dois são socialistas, dois radicais, uma democrata-cristã e dois pertencem ao SVP-UDC. A atual presidente é a socialista Micheline Calmy-Rey. O Executivo é eleito a cada quatro anos pela Assembléia Federal, que é fruto da união do Conselho Nacional (Câmara baixa, formada na Suíça por 200 deputados) e o Conselho de Estado (Câmara alta, 46 deputados, dois para cada um dos 23 cantões). Na votação de 21 de outubro os cidadãos suíços vão renovar seus 200 deputados e 44 dos 46 senadores.

    O Executivo reflete de maneira bastante exata o equilíbrio de forças políticas no Parlamento e funciona de maneira colegiada. Se não houver grandes surpresas nas eleições, a Assembléia Federal reelegerá Christoph Blocher em 12 de dezembro. Em 1º de janeiro, Blocher deveria assumir as funções de vice-presidente e em 2009 as de presidente da Suíça. Daí a importância crucial dessa votação.

    Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
    Visite o site do El País

    15:44:00



    lindo!!!!!!!!!


    06:37:00



    TREMENDO!!! sem palavras...


    06:09:00




    "Um bom repórter tem de ver, entender o que viu e contar. A receita é simples, o difícil é fazer direito. Os repórteres andam viciados em fórmulas prontas e, muitas

    vezes, não sabem hierarquizar informações. Vão cobrir, digamos, um desastre de avião e voltam com um infográfico explicando porque os aviões caem. As histórias

    humanas dos envolvidos no desastre ficam para o segundo plano. É fundamental que o repórter saiba escrever. Escrever é organizar idéias. Quem não escreve direito

    também não pensa direito. Importante: uma coisa é a história que se quer contar, outra coisa é a idéia que tal história pretende passar. Bons repórteres sabem disso". Edson Aran, ed. abril


    05:50:00



    Curso Abril 2008



    15 de Agosto de 2007, 14:56


    Estão abertas até às 18h do dia 27 de setembro as inscrições para o Curso Abril de Jornalismo 2008. Clique aqui para acessar o regulamento e se cadastrar. Atenção, leia-o por completo antes de iniciar sua inscrição.

    O Curso Abril de Jornalismo, prestigiado programa de treinamento editorial para recém-formados, será realizado de 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2008, em São Paulo.

    O curso é gratuito e tem a missão de atrair jovens talentos editoriais para trabalhar na Editora Abril. Realizado há 24 anos, formou cerca de 1.500 profissionais em toda sua história.

    Este será o primeiro ano em que cineastas também poderão se inscrever. Podem participar do Curso Abril 2008: jornalistas (formados ou que se formam em 2007), designers (formados entre 2006 e 2007), fotógrafos (recém-formados ou não), além de recém-formados em Rádio e TV, Multimeios e Cinema (entre 2006 e 2007).


    05:43:00


    Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007



    Aprendendo a confiar em Deus

    Isaias 30:1-5

    Há situações que fogem do nosso controle e entendimento. Quando andamos com Deus nada acontece por acaso e, a seu tempo, tudo é revelado. Por exemplo, uma noite em que estava em comunhão com o Senhor, lhe perguntei o porquê deste período no banco de reserva, devido ao sofrimento com a dor causada pelas pedras nos rins. E Deus me disse: "Você precisa confiar mais". Às vezes, a nossa confiança não tem sido como Deus espera. Nos dias de hoje, as atividades em nossa vida são tão intensas que deixamos de confiar em Deus ou não confiamos como deveríamos.

    Isaías era um profeta — aquele que anuncia uma palavra de Deus. Isaías 30 traz uma profecia que começa com uma palavra significativa: "Ai". É um ai de Deus. Conselho: nunca queira ouvir um "Ai" de Deus. A palavra "ai" vem do hebraico e significa dor e sofrimento profundo. O profeta disse que Deus falava "Ai" para os filhos que estavam rebeldes. Que pecados cometeram ao ponto de receber este rótulo de Deus? Rebeldia significa retrocesso, teimosia e desvio. Provavelmente o povo cometeu um erro clássico, que nós devemos cometer todos os dias.

    A história fala que, por volta de 750 a.C., o povo de Deus era ameaçado pela Assíria e teria de executar um plano — estabelecer uma proteção contra este ataque. Fazer uma cobertura seria como que tecer uma teia em volta, uma barreira. O povo de Deus fez um pacto com faraó para ter cobertura, mas sem saber se esta era a vontade de Deus. Podemos nos perguntar: o que havia de mal nisso? O povo estava aflito ao ver que poderiam ser aniquilados e recorreram ao faraó, acreditando que, pela imensidão das terras egípcias, ele poderia dar esta cobertura diante dessa situação.

    Não haveria nenhum erro, se esta fosse a vontade de Deus. Eles não buscaram saber e decidiram por si mesmos fazer esta aliança. E é óbvio que o plano falhou. "Pois, quanto ao Egito, vão e inútil é o seu auxílio; por isso, lhe chamei Gabarola que nada faz" - Isaías 30:7. Gabarola, no hebraico, significa aquele que nada faz (Raabe = dragão ou serpente que Deus destruiu na guerra no período da criação).

    Alguns líderes foram separados para ir até o faraó para fazer a aliança. Mas para poder chegar até o Egito tinham de atravessar um território perigoso. Estes líderes levavam presentes, que na verdade seriam dados em vão. Fazendo isso, mostravam sua ingratidão a Deus. Hoje, vemos nossa cidade assolada por leviatã, entidade do mal que simboliza o caos e recebe toda adoração feita à iemanjá — pular onda, oferendas, rituais, velas — ou qualquer outra entidade relacionada à água. Toda aliança que não é feita em Deus é vã. Cuidado com a Gabarola!

    Será que isso ainda acontece conosco? Sim! Porque todas as vezes que não cremos em Deus e agimos sem consultá-lo, isso acontece! Em poucas passagens da Bíblia, vemos Deus tão irado e entristecido com o povo. Muitas vezes nos sentimos ansiosos e, assim, tentamos resolver por nossa conta. Quando algo tira a paz do coração do cristão é porque ele está duvidando que Deus tenha o melhor. Sabemos que Ele quer nos abençoar e faz isso na hora que Ele quer. Nós cremos que Deus é verdadeiro e se não pudéssemos crer, não estaríamos na igreja. Na prática, não sabemos o que é confiar em Deus. O confiar e orar precisa ser completo com a "entrega".

    Antes de agir, consulte a Deus porque só Ele conhece seu futuro. Se Ele não resolver, quem resolve? Uma oração pode resolver aquilo que é necessário. A graça e a presença de Deus nos transformam quando buscamos a sua vontade e a importância de estar naquilo que Ele quer. Primeiro Deus, depois os homens. Se não buscarmos a aprovação de Deus e fizermos aquilo que achamos estar certo, depois disso virá o "ai" de Deus.

    Apesar de tudo parecer colaborar, pode não ser a vontade de Deus — deixamos a vontade carnal prevalecer. O fruto do Espírito que é derramado nas nossas vidas quando gastamos tempo com Deus, na hora da confusão, desaparece. Isaías 30:12-14 diz que se rejeitamos a palavra, abrimos uma brecha que nem dos cacos sobra algo que possa dar frutos. Não se faz nada com um vaso em cacos, ou, graças a Deus, ainda temos uma opção: "Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes" - Isaías 30:15. Você já se converteu?

    Então agora sossegue, porque aí estará a tua força e salvação. Nada será impossível ao que crer e aprender a confiar.


    14:20:00



    Compreendendo o jejum

    O poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras

     

    O jejum é a abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito específico. Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico.

    Muitos cristãos hoje desconhecem o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ou receberam um ensino distorcido ou não receberam ensinamento algum sobre este assunto. Creio que a Igreja atual vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases sobre ele. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

    Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. Mas a prática do jejum, além de ser recomendação bíblica, traz consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

    A Bíblia ordena o jejum?

    Não. No Velho Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv. 23.27), que também ficou conhecido como "o dia do jejum" (Jr. 36.6) e ao qual Paulo se referiu como "o jejum" (At. 27.9). Mas em todo o Velho e Novo Testamento não há uma única ordem acerca de jejuarmos. Contudo, apesar de não haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de menções ao jejum. Fala não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de fazê-lo.

    Muitos ensinadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem específica para o jejum, então não devemos jejuar. Mas quando consideramos o ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que jejuássemos: "Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará." (Mt. 6.16-18.)

    Embora Jesus não esteja mandando jejuar, suas palavras revelam que ele esperava de nós esta prática. Ele nos instruiu até na motivação correta que se deve ter ao jejuar. E quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos mostrou que tal prática produz resultados!

    Algumas pessoas dizem que se as epístolas não dizem nada sobre jejuar é porque não é importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum. Isto é errado! Jesus não veio ensinar os judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele veio instituir a Nova Aliança, e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos do reino de Deus. Quando estava para ser assunto ao céu, deu ordem aos seus apóstolos que ensinassem as pessoas a guardar TUDO o que Ele tinha ordenado (Mt. 28.20), inclusive o modo correto de jejuar!

    O próprio Jesus praticou o jejum, e lemos em Atos que os líderes da Igreja também o faziam. Registros históricos dos pais da Igreja também revelam que o jejum continuou sendo observado como prática dos crentes muito tempo depois dos apóstolos. O jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de forma equilibrada, dentro do ensino bíblico.

    Embora o próprio Senhor Jesus tenha jejuado por quarenta dias e quarenta noites no deserto, e muitas vezes ficava sem comer (quer por falta de tempo ministrando ao povo – Mc. 6.31; quer por passar as noites só orando sem comer – Mc. 6.46), devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não observavam o jejum dos judeus de seus dias (exceto o do dia da Expiação). Era costume dos fariseus jejuar dois dias por semana (Lc. 18.12), mas Jesus e seus discípulos não o faziam. Aliás, chegaram a questionar Jesus acerca disto: "Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão." (Lc. 5.33-35).

    O Mestre mostrou não ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse "tirado" do convívio direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar. Jesus não se referiu ao jejum somente para os dias entre sua morte e ressurreição/reaparição aos discípulos (ao mencionar os dias que eles estariam sem o Noivo), e sim aos dias a partir de sua morte. Contudo, Jesus deixou bem claro que a prática do jejum nos moldes do que havia em seus dias não era o que Deus esperava. A motivação estava errada, as pessoas jejuavam para provar sua religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a fazê-lo em secreto, sem alarde.

    Sabe, o jejum pode ser uma prática vazia se não for feito de maneira correta. Isto aconteceu nos dias do Velho Testamento, quando o povo começou a indagar: "Por que jejuamos nós, e não atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta?" (Is. 58.3a.)

    E a resposta de Deus foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada: "Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto." (Is. 58:3b,4.)

    Por outro lado, o versículo está inferindo que se observado de forma correta, Deus atentaria para isto e a voz deles seria ouvida.

    O propósito do jejum

    Gosto de uma afirmação de Kenneth Hagin acerca do jejum: "O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus". O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne. O jejum deixará nosso espírito atento, pois mortifica a carne e aflige nossa alma.

    Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum: "Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos." (Mc. 2.22.)

    O odre era um recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada, mas, com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo, era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo. Com essa ilustração Jesus estava ensinado-nos que o vinho novo que Ele traria (o Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de "renovar" nosso corpo. A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne.

    Creio que o propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais suscetíveis ao Espírito Santo. Há outros benefícios que decorrerão disto, mas esta é a essência do jejum.

    Alguns acham que o jejum é uma "varinha de condão" que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. Quando jejuamos, não devemos crer NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.

    Por exemplo, a fé é do espírito e não da carne; portanto, ao jejuar estamos removendo o entulho da carne e liberando nossa fé para se expressar. Quando Jesus disse aos discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt. 17.21), ele não limitou o problema somente a isto, mas falou sobre a falta de fé (Mt. 17.19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertação. O jejum ajuda a liberar a fé! O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome. O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada.

    Mas apesar do propósito central do jejum ser a mortificação da carne, vemos vários exemplos bíblicos de outros motivos para tal prática:

    a) No Velho Testamento encontramos diferentes propósitos para o jejum:

    Consagração – O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm. 6.3,4).
    Arrependimento de pecados – Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (1Sm. 7.6, Ne. 9.11).
    Luto – Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (2Sm. 1.12 e 3.35).
    Aflições – Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (2Sm. 12.16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (2Cr. 20.3).
    Buscando proteção – Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e bênção de Deus sobre sua viagem (Ed. 8.21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et. 4.16).
    Em situações de enfermidade – Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl. 35.13).
    Intercessão – Daniel orando por Jerusalém e seu povo (Dn. 9.3, 10.2,3)

    b) Nos Evangelhos

    Preparação para a batalha espiritual – Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt. 17.21).
    Estar com o Senhor – Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc. 2.37).
    Preparar-se para o ministério – Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc. 4.1,2).

    c) Em Atos dos Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como:

    Ministrar ao Senhor – Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2).
    Enviar ministérios – Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At. 13.3).
    Estabelecer presbíteros – Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At. 14.23).
    d) Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo ter jejuado (2Co. 6.3-5; 11.23-27).

    Diferentes formas de jejum

    Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:

    a) Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel: "Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas." (Dn. 10.2,3.)

    O profeta Daniel diz exatamente o que ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente se restringiu a uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo. O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se a ela por três semanas. Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn. 9.3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda no regresso daquele anjo (v.20). Aqui aprendemos também sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual.

    b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos, mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que no relato do Evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido sede (e ele estava num deserto!): "Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome." (Mt. 4.2.)

    Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).

    c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento: Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela: "Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci." (Et. 4.16). Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera: "Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu." (At. 9.9.)

    Não há qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de Moisés e Elias numa condição diferente que explicaremos adiante). A medicina adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo. Devemos cuidar do corpo ao jejuar e não agredi-lo; lembre-se de que estará lutando contra sua carne (natureza e impulsos) e não contra o seu corpo.

    A duração do jejum

    Quanto tempo deve durar um jejum? A Bíblia não determina regras deste gênero, portanto cada um é livre para escolher quando, como e quanto jejua. Vemos vários exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras:

    1 dia – O jejum do Dia da Expiação.
    3 dias – O jejum de Ester (Et. 4.16) e o de Paulo (At. 9.9).
    7 dias – Jejum por luto pela morte de Saul (1Sm. 31.13).
    14 dias – Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At. 27.33).
    21 dias – O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn. 10.3).
    40 dias – O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc. 4.1,2).

    Obs.: A Bíblia fala de Moisés (Ex. 34.28) e Elias (2Re. 19.8) jejuando períodos de quarenta dias. Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural de Deus. Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível. Mas ele foi envolvido pela glória divina. O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com um belo "depósito", uma comida celestial. Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração.

    Muitas pessoas erram ao fazer votos ligados à duração do jejum... Não aconselho ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará "preso" no caso de algo fugir ao seu controle. Siga o conselho bíblico: "Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras." (Ec. 5.4,5.)

    É importante que haja uma intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas não transforme isto em voto. Já intentei jejuns prolongados e no meio do caminho fui forçado a interromper. Mas também já comecei jejuns sem a intenção de prolongá-lo e, no entanto, isto acabou acontecendo mesmo sem ter feito os planos para isto.

    O jejum prolonga

    Há algo especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus (as Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto – Lc. 4.1). Conheço irmãos que tem jejuado por trinta e até quarenta dias, embora eu, pessoalmente, não tenha feito um jejum tão longo. Cada um deles confirma ter recebido de Deus uma direção para tal.

    Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada, e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias). Procure orientação e acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir a um jejum deste gênero. Há muita instrução na forma de literatura que também pode ser adquirida.

    Podemos falar que estamos jejuando?

    Algumas pessoas são extremistas quanto à discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si. Em Mateus 6.16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade. Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez... Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou! Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.

    Eu, particularmente, comecei a jejuar estimulado pelo relato das experiências de outros irmãos. Depois é que comecei (aos poucos) a entender o ensino bíblico sobre o jejum. E louvo a Deus pelas pessoas que me estimularam! Sabe, precisamos tomar cuidado com determinadas pessoas que não tem o que acrescentar à nossa edificação e somente atacam e criticam. Lembro-me do primeiro jejum que fiz na minha adolescência: cortei só o almoço, mas tomei um refrigerante para não "sofrer" muito; fiz isto para orar por um amigo que queria ver batizado no Espírito Santo. Aquele rapaz já havia recebido tanta oração, mas nada havia acontecido ainda. Portanto, jejuei e orei em seu favor. Hoje sei que não foi grande coisa, porém, na época, foi o meu melhor. Pois bem, alguém ficou sabendo e me ridicularizou, disse que jejum de verdade era ficar o dia todo sem comer nada e bebendo no máximo um pouco de água; esta pessoa disse que eu estava perdendo meu tempo e que só fizera um "regimezinho", pois o verdadeiro jejum não admitia nem bala açucarada na boca, quanto mais um refrigerante!... mas naquele dia meu amigo foi cheio do Espírito Santo e preferi acreditar que o jejum funcionava.

    Depois ouvi outros irmãos comentarem sobre jejuar mais de um dia e "fui atrás", e assim, aos poucos, fui aprendendo (a jejuar e sobre o jejum) aquilo que não aprendi na igreja ou na literatura cristã. Penso que de forma sábia e cuidadosa podemos estimular outros à prática do jejum, basta partilharmos nossas experiências e incentivá-los.

    Concluindo

    Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de fazê-lo. Já passei anos sem receber nenhum impulso especial para jejuns de mais de três dias e, mesmos estes, foram poucos. E houve épocas em que, seguidamente sentia a necessidade de fazê-lo. Porém, penso que o jejum normal de um dia de duração é algo que os cristãos deveriam praticar mais, mesmo sem sentir nenhuma "urgência" espiritual para isto.

    Quando meu filho Israel estava para nascer, o Senhor trouxe um profundo peso de oração e intercessão ao meu coração. Sabia que devia jejuar; era uma "urgência" dentro de mim. Não ouvi uma voz sobrenatural, não tive nenhuma visão ou sonho a respeito, simplesmente sabia que tinha de jejuar até romper algo, e o fiz por seis dias. Ao final soube que havia alcançado uma vitória. Na ocasião do parto, minha esposa teve uma complicação e quase perdemos nosso primeiro filho; contudo, a batalha já havia sido ganha e o poder de Deus prevaleceu. Devemos ser sensíveis e seguir os impulsos do Espírito de Deus nesta área. Isto vale não só para começar a jejuar, mas até para quebrar o jejum. Já fiz jejuns que queria prolongar mais e senti que não deveria fazê-lo, pois a motivação já não era mais a mesma...

    Encerro desafiando-o a praticar mais o jejum, e certamente você descobrirá que o poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras. A experiência fortalecerá aquilo que temos dito. Que o Senhor seja contigo e te guie nesta prática!

    Luciano Subirá
    Pastor da Comunidade Evangélica Alcance, em Irati/PR. É também o responsável pela Maná Edições, entidade sem fins lucrativos que visa promover o ministério de ensino ao Corpo de Cristo. Casado com Kelly, tem dois filhos: Israel e Lissa
    luciano.subira@manaedicoes.com.br

    02:31:00



     

     
    NÃO MATE O PROFÉTICO
    Marcos 6:14-19

    Estar envolvido nas coisas de Deus é o maior privilégio que o cristão pode ter. Por outro lado, ser a ponta da lança no avanço do Reino de Deus não é tão simples quanto parece.

    Estamos na linha de frente do avanço que o Espírito Santo tem promovido. A Igreja avança e o inferno retrocede. Estamos sendo empurrados pelo Espírito Santo contra as linhas inimigas e não dá para voltar atrás, pois Jesus lhe disse: "Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o Reino de Deus" (Lucas 9:62). Sua única opção é lutar e avançar, porque sua vida, sua conduta e sua pregação anunciam a divindade de Jesus nesse mundo.

    A passagem de Marcos 6:14-19 pode ser considerada uma das mais marcantes do Novo Testamento, pois ela nos traz grandes ensinamentos. Foi nessa época que o nome de Jesus começou a ficar famoso, pois todos ouviam falar dele.

    Quando Herodes ouviu falar de Jesus e de todos os milagres que Ele estava operando por onde passava, afirmava que João Batista havia ressuscitado dentre os mortos, alguns diziam ser Elias e ainda outros que Jesus era profeta. Nos dias de hoje, muitos não aceitam Jesus como o Messias.

    Hoje todas as pessoas têm livre acesso para ouvir quem é Jesus e o que Ele fez por nós. Você ouviu falar de Jesus e terá de se posicionar. Quem é Ele para você? Herodes precisou se posicionar, pois ouviu sobre Jesus, e foi duramente exortado por João Batista sobre a relação que mantinha com Herodias sua sobrinha neta e mulher de seu irmão Filipe.

    Herodes tinha João Batista como homem justo e santo e guardava-o com segurança, atendendo-o e de boa mente o ouvia. Ele tinha temor a Deus, mas não considerava as palavras de João, pois tinha um coração duro. Embora o temesse, Herodes mandou prender João Batista. Com isso, Herodias procurava matar João.

    Herodes era o governador da cidade onde Jesus vivia. Ele começou a fazer escolhas achando que estava acima do bem e do mal.

    Na festa de seu aniversário, a filha de Herodias se apresenta a ele com danças sensuais. Herodes e todos os seus convidados se agradam. E ele declara a ela: "Pede-me o que quiseres, e eu to darei". Ela após ter consultado a mãe (Herodias), voltou e pediu a cabeça de João Batista numa bandeja. A Bíblia nos relata que Herodes se entristeceu muito com o pedido, mas como havia jurado, não podia negar. Dessa forma morre João Batista, profeta do Senhor, aquele que veio preparar o caminho para o Senhor, aquele que batizou a Jesus.

    Deus vai usar pessoas para nos exortar e muitas vezes essas pessoas falam coisas que nos ferem e falam também de situações ou atitudes em que estamos envolvidos que não agradam a Deus, mas que não conseguimos enxergar. Um homem de Deus precisa ter humildade na hora da exortação.

    João Batista tinha convicção profética. O profeta prega a palavra de Deus e, como profetas, é isso o que devemos fazer. Somos os "João Batista" dessa geração.

    O profeta revela aquilo que todo mundo já sabe, pois ninguém erra sem saber que está errando. Precisamos pregar para nossos filhos ouvirem, pois estamos preparando o caminho para uma geração profética. A indiferença mata aquilo que é profético. O ministério profético sempre foi confrontado pelo inimigo e pelas trevas.

    Elias foi um homem usado por Deus e era confrontado a todo o tempo por Jezabel (espírito de manipulação, de controle, de sedução), mas não se deixou abater por isso. Ele tinha convicção do que pregava, pois sabia que Deus estava com ele. Herodias fazia de Herodes sua marionete; ela aqui é comparada a Jezabel.

    Não é negócio lutar contra Deus, medir forças com Ele, pois a falta de temor a Deus é o pior caminho para o ser humano. Tratar a Deus como se Ele não existisse, ignorar tudo o que Ele fez e ainda faz por você, agindo com naturalidade diante do pecado, só irá fazer você se afastar dele. Não faça aliança com Jezabel, não dê ocasião para o diabo entrar na sua vida. Existe uma profecia sobre cada um de nós, devemos estar atentos à voz do profeta, obedecendo a Deus a todo tempo.

    Existe um projeto de Deus para a sua vida. Por isso, NÃO MATE O PROFÉTICO.

    Deus abençoe

    Ap. Rina
     
    Igreja Evangélica Bola de Neve
    Rua Turiassu, 734 Perdizes / São Paulo – SP
    Cultos: Domingo 10h, 16h30 (tradução em Libras) e 19h30/ Quinta-feira 20h30 e Sábado 20h
    Para saber os horários de cultos na sua cidade acesse o site: http://www.boladeneve.com


    00:13:00


    Domingo, 9 de Setembro de 2007

    07/09/2007 - 09h00
    Aprenda a gravar vídeos da Internet

    LILIAN FERREIRA
    Do UOL Downloads

    Com o boom de sites que hospedam vídeos na Internet, você com certeza já se deparou com um que gostaria de guardar —clipes de colecionadores, programas do arco da velha ou vídeos engraçados.

    Aos poucos foram surgindo programas que gravam estes vídeos no seu computador. Páginas como o YouTube, o principal site de vídeos da atualidade, correram para impedir a gravação, mas os desenvolvedores conseguem burlar as limitações. Para você não ter de sofrer testando todos os softs, selecionamos alguns para você.

    O VDownloader e os plug-ins do Firefox Fast Vídeo Download e Download Helper destacam-se pela facilidade de operação e por serem gratuitos.

    Para salvar um vídeo no Vdownloader, basta adicionar a URL ao programa e escolher o formato do arquivo final: AVI (codecs xVid, MPEG, WMV), MP4, MPEG, MP3, 3GP, VCD, SVCD, DVD e FLV.

    Já os add-on ficam "pendurados" no navegador e permitem a gravação dos vídeos com um clique em seus ícones. O DownloadHelper aceita mais de 200 sites inclusive o UOL Vídeos, já o Fast Vídeo Download grava também vídeos em flash embutidos em sites e blogs.

    Outra opção bem fácil é o plug-in do Real Player 11. Toda vez que um filme roda na tela, uma caixa do programa aparece acima do vídeo disponibilizando o download.

    Existem ainda programas como o TubeMe, voltado especificamente para o YouTube. A maioria destes programas segue a mesma lógica: você coloca a URL do vídeo e ele salva o arquivo. Os programas Downtube e Replay Media Catcher gravam só parte do vídeo.

    Para assistir

    Todos estes programas salvam no formato original dos vídeos, o flash (FLV). Para assistir vídeos em FLV você necessita de softs que reproduzam a extensão, como o próprio Real Player ou o FLV Player.

    Há ainda duas opções pagas interessantes: o VideoGet e o Naevius. O primeiro —na versão teste com 20 downloads gratuitos— funciona de modo similar ao Vdownloader com a vantagem de permitir a escolha do tamanho do vídeo, taxa de som e de quadros, qualidade de imagem e de salvar em lotes. Grava em AVI, FLV, WMV, MPEG1 e MPEG 2, MP4, MP3 e ZVM.

    Já o Naevius —uso gratuito por 21 dias— é um programa simples como o TubeMe, com a vantagem de gravar em AVI com codec DivX, diminuindo o tamanho do arquivo consideravelmente. Um mesmo vídeo que em AVI (com codec xVid) fica com 15 MB aproximadamente, fica com apenas 5 MB em AVI (DivX).

    Se você quiser gravar os vídeos em um DVD comum (com capacidade de 4,7 GB) o melhor formato é o DivX, embora apenas os players mais novos consigam ler este formato. As extensões MPEG e AVI têm bom resultado de imagem e áudio, mas também não são compatíveis com todos os DVD players. Para não correr o risco, o melhor é gravar nos formatos básicos DVD e VCD. Para transformar os arquivos no melhor formato, você pode baixar conversores de vídeo como o DivX Converter, Easy Avi/DivX/Xvid to DVD Burner, MediaCoder e FFDShow Video Decoder.
     

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